
De ilusões,
vive o homem comum
e sorri feliz
com as fantasias
que florem esse acalento.
de ante da realidade
seu fígado azeda;
contrai-se-lhe a face;
seu instinto grita impropérios.
vem o desgaste da escalada
e a impotência
ante as muralhas da vida
depois,
o fim das fantasias:
o vácuo no peito;
o desencanto
... e o choro supre as ilusões.
( Afonso Martin. Um pouco modificada por mim )



Nenhum comentário:
Postar um comentário